A ex-governadora Wilma de Faria, pré-candidata a uma das cadeiras do Senado Federal pelo PSB, criticou o posicionamento dos adversários políticos que usam os meios de comunicação, que de alguma forma possuem inlufência, como ferramenta de fortalecimento político. A "Guerreira", como ficou conhecida popularmente, foi a convidada de hoje do programa Na Boca do Mundo, veiculado em sinal aberto através da Band Natal, às 13h20. "Diferentemente de meus adversários, eu não tenho meios de comunicação, uma cadeia de emissoras e eu não tenho nada disso. É diferente de você usar seus jornalistas para mostrar só o que você quer, para responder somente o que quiser. É errado", criticou Wilma ao lembrar que todas as campanhas durante seu governo foram somente as institucionais. Wilma de Faria ainda negou a possibilidade de deixar a candidatura ao Senado para se candidatar à Câmara Federal. "Estão fazendo uma campanha que eu não vou ser candidata ao senado, mas eu nunca me encontrei com ninguém que dissesse isso. Essa minha decisão [de se candidatar ao Senado] é popular. Vou lutar pela vaga ao Senado", garante.
Desempenho negativoA pré-candidata ao Senado ainda comentou a avaliação institucional negativa dos senadores potiguares Garibaldi Alves, José Agripino e Rosalba Ciarlini. "O desempenho dos atuais três senadores foi considerado fraco. É muito bom chegar aqui e dizer que fez isso ou aquilo, quando a avaliação foi péssima. Isso é ruim para Estado. Os senadores não são cobrados, mas deveriam ser. Tem muito projeto que nunca foi regulamentado e não é só o governador quem faz. Os senadores têm força para lutar para melhor a infraestrutura do Estado", lembrou.
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